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11
Ago22

Falar claro (repescagem)

Maria J. Lourinho

Depois dos comentários e respostas ao meu último post - "Estamos a morrer muito" - em que inclusive me foi perguntado qual o objectivo dos meus posts, mas também me foi sugerido que metesse os textos na gaveta, lembrei-me de republicar o post do dia 8 de janeiro de 2021  a que dei o título de "Falar Claro". Aqui fica, de novo.

Falar Claro

Alguma informação que não julguei necessária de início mas que agora me parece que devo dar.

Tive um blog entre 2011 e 2015 em que escrevi, praticamente, todos os dias, sobretudo sobre a actualidade política.

Entrei também em 2011 no Facebook, onde fui um elemento activo e não um mero "espreita". Fechei a conta nessa rede no primeiro dia deste ano por estar cansada daquela rotina  -  "toma lá um like, dá cá o teu", e por ter clara noção de que muita gente tem ficado gravemente apanhada dos nervos, digamos assim, passando, por isso,  a escrever coisas antes impensáveis nelas. Não me apetecia continuar, portanto.

Fiz este blog, quase como um diário, em que registo coisas que li e achei belas ou interessantes, bem como a minha apreciação de livros que li (talvez para não esquecer), fotografias que disparei no telemóvel sem técnica nem presunção, alguns momentos (nunca íntimos) da minha vida, algum pequeno e despretensioso mini-conto que me apeteça escrever.

Nenhum familiar ou amigo sabe da existência deste blog, porque não encontrei necessidade em passar essa informação; no fundo, isto não passa duma coisa minha, sem importância.

Sei que as pessoas visitam e comentam blogs esperando retribuição. Porém, no meu caso, quem por aqui passar, terá sempre a minha simpatia, talvez até goste ou se identifique com o que aqui posto, mas não deve esperar visitas de retribuição. Tudo isso eu já fiz, mas já não faço.

Não conto visitas, não conto comentários. Posso publicar os comentários, ou não. Este blog não é democrático, mas tentará ser afável para quem passar.

Resumindo: antigamente, nas casas portuguesas, era comum encontrar um azulejo na parede que dizia: "seja bem-vindo quem vier por bem". Então, é isso, e só isso.

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